Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

Granizo em Lisboa

Mäyjo, 18.01.15
Depois de uma noite com chuva e trovoada a 17 de janeiro de 2014, a Grande Lisboa acordou com um manto branco... não de neve, mas de granizo. Pelas fotos que foram surgindo, a região noroeste da capital terá sido a mais afectada, sobretudo nas zonas de Carnaxide (Oeiras), Alfragide (Amadora) e Benfica (Lisboa).


 Imagem
(imagem de radar, com uma das células que provocou granizo assinalada a vermelho, sobre a região de Lisboa; fonte: IPMA)
 

China: regiões mais pobres “obrigadas” a enviar água para as mais ricas e populosas

Mäyjo, 18.01.15

China: regiões mais pobres “obrigadas” a enviar água para as mais ricas e populosas

De acordo com o projecto, a estratégia chinesa não está a conseguir acabar com a escassez de água locais como Pequim, Xangai, Tianjin e províncias de Zhejiang e Guangdong mas, por outro lado, está a deixar regiões ricas em água, ainda que pobres, em locais com stress hídrico, como Hubei – que envia água para Pequim.

Segundo o Quartz, todos os projectos em actividade enviam 44,8 mil milhões de metros cúbicos de água para várias regiões do país. Para além de provocar instabilidade nos recursos naturais do país, o projecto também obrigou à relocalização de milhares de pessoas.

“O projecto está a colocar boa água atrás da má: os problemas das regiões com stress hídrico não vão ser aliviados e as províncias que partilham a sua água estão a sofrer”, explicou Dabo Guan, professor de economia das alterações climáticas na universidade de East Anglia e co-autor do estudo.

Para além da água, também foi transferida a produção de produtos que precisam de grandes quantidades deste recurso, como o carvão, ou até de gado.

“A nossa análise concluiu que ambas correntes de água – a virtual e a física – não ajudam a mitigar o stress hídrico nas regiões com falta de água, mas acabam por aumentar esse mesmo stress em regiões que exportam o recurso”, concluiu o estudo.

Foto: Lago Lugu, China. Maggie Meng / Creative Commons

“A febre da Terra”

Mäyjo, 18.01.15

Resolva o seguinte exercício sobre fenómenos extremos no planeta.

  1. Leia o mapa e divida-o por conjuntos segundo a legenda.
  2. Compare este mapa com um mapa climático.
  3. Faça um quadro-síntese, seguindo o esquema que se encontra por baixo do mapa.
  4. Tire conclusões do quadro-síntese.
  5. Elabore uma notícia subordinada ao título dado ao mapa.
  6. Descubra outros títulos possíveis para este mapa.

24.png

25.png

 

Relevo - Exercícios

Mäyjo, 18.01.15

1. As frases seguintes caracterizam o planalto e a planície.

Identifica cada uma destas formas de relevo:

A – Área desgastada pelos agentes erosivos dando origem a regiões planas, onde os rios apresentam vales encaixados.

 

B – Forma de relevo praticamente plana que resulta, geralmente, da acumulação de materiais anteriormente erodidos e, posteriormente, transportados por agentes erosivos (geralmente os rios).

 

 

2. Identifica a forma de relevo presente em cada imagem:

 

3.png

4.png

6.png

 

Que fatores influenciam a temperatura? I

Mäyjo, 18.01.15

São diversos os fatores que têm influência na distribuição da temperatura na Terra.

 

MOVIMENTOS DA TERRA

Picture

 1.1. MOVIMENTO DE ROTAÇÃO

- Movimento que a Terra executa em torno do seu eixo (24 horas)
- Origina a sucessão entre dias e noites

     CONSEQUÊNCIAS:
     -- Maior arrefecimento antes do sol "nascer"      
     -- Maior aquecimento algumas horas após o meio-dia solar

Picture

1.2. MOVIMENTO DE TRANSLAÇÃO
- Movimento que a Terra executa em torno do sol (365 dias)

      CONSEQUÊNCIAS:
       -- Origina a sucessão das estações do ano e a duração dos dias e noites    
       -- Equinócios 
       -- Solstícios

Mais pormenorizadamente:

Picture

 

Para compreenderes melhor cada um dos movimentos, vê o seguinte vídeo:

 

 

 

 

A Humidade e os Tipos de Chuva

Mäyjo, 18.01.15

A humidade é a quantidade de vapor de água que o ar contém. Este vapor de água resulta da evaporação dos oceanos e da evapotranspiração dos seres vivos.

1.jpgA quantidade máxima de vapor de água que o ar pode conter varia com a temperatura: quanto maior a temperatura, maior capacidade de conter vapor de água.

 

a) Orográficas

1.jpg.png

As massas de ar húmido encontram uma barreira formada pelo relevo (montanha) e as nuvens são obrigadas a subir, agrupando-se e condensando, ocorrendo a precipitação. 


- Mais frequentes no Norte de Portugal (mais montanhoso)

b) Convectivas

1.jpg

Ocorrem em regiões com temperaturas elevadas, onde há muita evaporação. O vapor de água sobe e arrefece com a altitude, formando grandes nuvens verticais que dão origem a muita precipitação.


- Mais frequentes no interior de Portugal, no Verão.

 

c) Frontais:

1.jpg.png

As chuvas frontais ocorrem a partir do choque entre uma massa de ar frio e uma massa de ar quente. O ar quente sobe, por ser mais leve, para cima do ar frio, ao subir arrefece e condensa-se, originando as chuvas.

 

 

Clima provocou a migração de 22 milhões de pessoas em 2013

Mäyjo, 18.01.15

Riscos de desalojados por catástrofes ambientais quadruplicou desde 1970; tragédias aumentam busca por países desenvolvidos

Refugiados somalis no Quênia: no Chifre da África, população foge da fome e da secaFoto: TONY KARUMBA/AFP/2-8-2011
Refugiados somalis no Quênia: no Chifre da África, população foge da fome e da seca - TONY KARUMBA/AFP/2-8-2011
As mudanças climáticas levaram 22 milhões de pessoas a perderem suas casas no mundo durante o ano passado. O levantamento, apresentado na Conferência do Clima (COP 20) em Lima, enumera um leque de tragédias naturais, como tempestades na ilha caribenha de São Vicente e Granadinas, inundações no Sudão do Sul, ciclones em Bangladesh e um terremoto nas Filipinas. Contando a partir a 2008, foram 140 milhões de vítimas.

Segundo o Centro de Monitoramento de Deslocamento Interno (IDMC, na sigla em inglês), 85% das pessoas atingidas — ou 18,7 milhões — estão em países em desenvolvimento. O risco de desalojados por novas catástrofes quadruplicou desde 1970.

Há diversos fatores de risco, da desertificação às péssimas condições de habitação em regiões onde ocorrem inundações — explica Justin Ginnetti, consultor sênior do IDMC. — Recursos básicos, como água e alimentos, são cada vez mais escassos em diversas regiões do planeta, especialmente no Chifre da África e no Sudeste Asiático.

Cerca de 30% da população mundial vivem em regiões cuja economia é baseada em recursos naturais. Quando os eventos extremos atacam esta fonte de renda, não resta muito senão migrar. E a incógnita é se outros países estão prontos para receber o crescente contingente de refugiados climáticos.

Os governos ainda precisam se preparar para receber estas pessoas — alerta Ginnetti. — Os principais exemplos hoje são os Estados insulares do Pacífico. Kiribati precisou comprar terras em Fiji, e as Maldivas fizeram o mesmo na Austrália. Mas estes casos lidam com populações pequenas. No futuro, este contingente será maior.

No ano passado, 80,9% dos desalojados pelas catástrofes eram asiáticos, enquanto apenas 0,3% eram europeus — um sinal da desigualdade social e do caminho que os refugiados das tragédias naturais devem seguir. Segundo o último relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas, os imigrantes podem ser hostilizados em países ricos.

Já existem migrações climáticas, e elas continuarão por décadas — ressalta Walter Kälin, pesquisador da Iniciativa Nansen, que se dedica ao estudo de vítimas das mudanças no clima. — Precisamos garantir que estas populações sejam recebidas com segurança fora de suas fronteiras. Os governos devem criar um financiamento voltado à mobilidade da população.